XXVI - UMBANDISTA OU MACUMBEIRA?



CASA DE CARIDADE PAI MANÉ E BOIADEIROS - Arraial do Cabo - RJ

A Casa de Caridade Pai Mané e Boiadeiros é um espaço de fé, acolhimento e espiritualidade, dedicado à prática da Umbanda e ao serviço comunitário em Arraial do Cabo. Nossa missão é promover a caridade, o amor ao próximo e o fortalecimento da fé, respeitando a diversidade de crenças e valorizando a tradição cultural e espiritual da Umbanda como religião genuinamente brasileira.

Realizamos giras de Umbanda tradicional e atendimentos espirituais com Pretos Velhos, Caboclos, Boiadeiros, Ciganos, Baianos e demais guias de luz, a todos os que precisarem e nos procurarem em nosso terreiro, situado na Rua Epitácio Pessoa, nº 09 - Fundos – Praia Grande – Arraial do Cabo. Temos também, um calendário anual com Giras Festivas com distribuição de doces, comidas e bebidas gratuitas.

Proporcionamos o acolhimento espiritual por meio de passes, benzimentos, bênçãos, aconselhamentos e rituais, e valorizamos a tradição cultural de povos de terreiro e religiões de matrizes africanas, preservando a Umbanda e difundindo como religião de amor, paz e integração entre povos, culturas e saberes.

 Trabalhar com a espiritualidade não tem como explicar. Há o processo de dor, de cura, de renovação e serviço. E sim, passamos por todos esses processos.

Ter uma rotina espiritualizada te ensina a perdoar, a olhar com amor o outro e principalmente se perdoar. O que mais eu tinha medo em fazer parte da Casa de Caridade, era o julgamento das pessoas. 

A espiritualidade, diferente de religião é um processo de eterno aprendizado. É cair, se levantar e ajudar o outro a se levantar também. É ajudar o outro, mesmo que sua vida esteja um caos, Porque olhando os problemas do outro, vemos que os nossos são extremamente menores e irrelevantes.

Na Umbanda, cultuamos os Orixás, mas também abraçamos o Cristianismo, o Kadercismo, a espiritualidade Cigana e nossos ancestrais indígenas e negros que foram escravizados. Que linda é a Umbanda. Uma religião brasileira que agrega tantas outras.

Fazemos festas, entregas, trabalhos e aprendemos que o mal se paga com o mal. Por isso, nunca fazer trabalhos para o mal de ninguém.



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